Sítio da equipa do Centro de Documentação e Informação do Agrupamento de Escolas Passos Manuel
Aqui, apresentamos as atividades da nossa comunidade com as bibliotecas escolares, desde a Educação Pré-Escolar ao Ensino Secundário.

21/01/2013

Comentário - A Web 2.0 e a BE 2.0


Ao ler o texto obrigatório recordo-me da evolução que a vida tecnológica e escolar me proporcionou desde meados dos anos 80, do século passado.

Ficara impressionado com a figura 3 que me elucidou a posição da minha pessoa (enquanto aluno) e a evolução que fizera como formando (enquanto estudante do ensino superior) e, finalmente, como docente no ensino básico e professor bibliotecário nos dias de hoje.

A minha iniciação à tecnologia iniciara-se com o sistema Intel 286 que me proporcionava um acesso limitado em interatividade com o conhecimento externo, mas facilitador ao me proporcionar melhores condições na construção e organização das minhas aprendizagens e conhecimentos realizados por meio de suporte em papel.

Ao ingressar no ensino superior, em princípios dos anos 90, e após adquirir o meu primeiro computador (PC) - na era do 486 da Intel e do IRC, FTP, Email e do monopólio do sistema operativo Windows 3.0. Dei comigo a ter que ajustar o meu orçamento mensal para o gasto da conta telefónica por motivos da "fantástica" Internet, apesar de cara e lenta.

Em meados da primeira década do atual milénio, com o acesso melhorado às redes de dados, tanto no domicílio como nas escolas, inclusive o acesso sem fios (mais conhecido por wireless), comecei a promover a utilização do PC para as primeiras elaborações de jornal escolar, via Web 2.0 pelo que me deparo neste documento, podendo afirmar que  criei, juntamente com os meus alunos do 1º ciclo, o Jornal Escolar 2.0 (JE 2.0 - risos).

Atualmente, como professor bibliotecário, deparei-me que, por minha iniciativa (graças a bons professores e escolas no passado), tenho organizado, apoiado, criado e realizado situações/atividades consideradas inovadoras nos meios escolares por onde tenho passado, ao promover a mudança da biblioteca tradicional (tal como consta na figura 4).

Esta inovação nem sempre é vista com agrado por toda a comunidade docente, mas torna-se atrativa e respeitada pela comunidade discente e pelo meio envolvente escolar (e aderente a este tipo de tecnologia).

Atualmente, ninguém pode dispensar a Internet na comunidade escolar, falando-se nos perigos e maus usos desta pelos discentes como forma de a limitar. Ou se calhar, em a censurar como forma de justificar, camufladamente, um fim à mudança escolar e à sua aceitação em novas e inovadoras formas de comunicação cada vez mais céleres e desconfortantes pela exigência formativa constante pela comunidade docente.

Contudo, podemos dar como certo a seguinte questão: Como podemos/devemos comunicar com os utilizadores das nossas bibliotecas escolares?

Termino assim com esta questão que cabe a cada um de nós (promotores de mudança) a saber responder num meio cada vez mais extenso e complexo numa sociedade de informação mais lúcida e íntegra num mundo global e informal, mas exigente em saber filtrar e selecionar toda a informação acessível.

Bibliografia:
http://issuu.com/paulo_gomes/docs/sessao01_textoleitura_web2.0_be2.0 (acedido em 20/01/2013)
http://www.youtube.com/watch?v=NJsacDCsiPg (acedido em 20/01/2013)
http://www.authorstream.com/Presentation/Paulo70-1644828-papel-da-tecnologia-na-escola-biblioteca-escolar/ (acedido em 20/01/2013)
http://www.slideshare.net/becrebartdias/ensinar-e-aprender-com-a-tecnologia-hoje-16063250 (acedido em 20/01/2013)
http://franciscopereirampel05.blogspot.pt/2011/10/o-papel-do-professor-online.html (acedido em 20/01/2013)

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